sábado, 18 de maio de 2013
Aposentado planta 16 mil árvores em áreas abandonadas na zona leste de SP
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Por ai...
Total atividade!
terça-feira, 14 de maio de 2013
A EMPRESA TRANSNACIONAL
segunda-feira, 13 de maio de 2013
A Politica Ambiental
domingo, 12 de maio de 2013
O Problema da seca no Nordeste não é a falta de água.
O Nordeste brasileiro é detentor do maior volume de água represado em regiões semi-áridas do mundo. São 37 bilhões de metro cúbicos, estocados em cerca de 70 mil represas. A água existe, todavia o que falta aos nordestinos é uma política coerente de distribuição desses volumes, para ao atendimento de suas necessidades básicas.
O projeto do governo, remanescente de uma idéia que surgiu na época do Império, visa ao abastecimento de cerca de 12 milhões de pessoas no Nordeste Setentrional, com as águas do rio São Francisco. Ele foi idealizado para retirar as águas do rio através de dois eixos (Norte e Leste), abastecer as principais represas nordestinas e, a partir delas, as populações. Hoje, as obras estão praticamente paralisadas, com alguns trechos dos canais se estragando com o tempo, apresentando rachaduras.
O projeto é desnecessário tendo em vista os volumes d´água existentes nas principais represas nordestinas. Da forma como o projeto foi concebido e apresentado à sociedade, com o dimensionamento dos faraônicos canais, fica clara a intenção das autoridades: será para o benefício do grande capital, principalmente os irrigantes, carcinicultores [criadores de camarão], industriais e empreiteiras.
A solução do abastecimento urbano foi anunciada pelo próprio governo federal, através da Agência Nacional de Águas (ANA), ao editar, em dezembro de 2006, o Atlas Nordeste de Abastecimento Urbano de água. Nesse trabalho é possível, com menos da metade dos recursos previstos na transposição, o beneficio de um número bem maior de pessoas. Ou seja, os projetos apontados pelo Atlas, com custo de cerca de R$ 3,6 bilhões, têm a real possibilidade de beneficiar 34 milhões de pessoas, em municípios com mais de 5.000 habitantes.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Plano Bresser x Plano Verão – Uma análise critica do período
corrigia os salários de três em três meses.
Vale ressaltar que foi mantida uma política fiscal com taxa de juros positiva para incentivar a poupança. Como política de curto prazo o Plano Bresser teve êxito, inclusive conseguiu equilibrar a balança comercial, mas com o aperto nos preços, a indústria se sentiu desestimulada a produzir por conta do aumentos nos custos.O desequilíbrio de preços fez com que a inflação voltasse novamente, pois as pressões das classes trabalhadora e industrial que resultou em ganhos de reajustes para várias categorias começando pelos funcionários do governo e se espalhou para todas as classes.
E em dezembro de 1987, o plano não conseguiu controlar mais o déficit público, apesar de ser este seu objetivo principal.Impossibilitado de tocar a política monetária em virtude de interesses contrários do governo Sarney, não o permitindo manter a austeridade fiscal, Bresser pede demissão e assume o Ministro Maílson da Nóbrega que já inicia propondo uma política econômica sem medidas drásticas, tenta conviver com a inflação fazendo ajustes localizados, essa política foi denominada de "Feijão com Arroz", a qual deveria evitar a hiperinflação. Porém em 1988 a inflação chega a 933% e o governo lança mais um plano econômico.
E em 15 de janeiro de 1989, Plano Verão determina o corte de três zeros; criando o "Cruzado Novo" mais um congelamento de preços é extinta a correção monetária e o plano propõe a privatização de algumas estatais e cortes nos gastos públicos, onde os funcionários contratados nos últimos cinco anos seriam exonerados. Os cortes não aconteceram ficaram somente no papel. O governo não realizou nenhum ajuste fiscal, as discussões no congresso sobre o período do mandato de presidente impediram qualquer tentativa de medidas mais austeras
Material de Apoio
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Efeito da energia mais barata na inflação será 'significativo' - diz BC

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, avaliou nesta quarta-feira (12), durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, a redução do custo da energia elétrica em 2013, anunciada pelo governo, terá efeito "significativo" e "expressivo" sobre a inflação. Entretanto, não citou números, dizendo que o detalhamento será feito somente no relatório de inflação, marcado para o fim de setembro.
A redução do preço da energia elétrica, segundo o governo, será resultado de cortes em encargos embutidos na conta de luz e da renovação de contratos de concessão. A queda na tarifa de energia elétrica para a alta tensão, ou seja, grandes empresas consumidoras, vai variar de 19,7% a 28%. Para o consumidor residencial, a queda no custo de energia vai ser de 16,2% a partir de 2013.
Nesta terça-feira (11), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que espera um impacto de 0,5 ponto percentual a um ponto percentual na inflação de 2013. "Calculando também os impactos indiretos. Isso é muito importante para 2013. As medidas que estão sendo tomadas, todas elas vão estimular investimentos, vão estimular o consumo, e, com isso, o Brasil vai ser um dos poucos países no mundo, no ano que vem, que vai crescer mais do que 4%", disse o ministro na ocasião.
Corte de Encargos
Segundo informações do governo, serão eliminados da conta de luz dois dos encargos setoriais incidentes: a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) e a Reserva Geral de Reversão (RGR). Já a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) será reduzida a 25% de seu valor atual. Em 2011, foram arrecadados R$ 5,571 bilhões com a CCC e outros R$ 2 bilhões com a RGR. Já com a CDE, foram arrecadados R$ 3,313 bilhões.
Criada na década de 1970, a CCC é usada para custear o combustível usado por usinas termelétricas para gerar energia na região Norte do país, onde o sistema elétrico não está integrado ao resto do país. O valor do encargo é calculado a partir da diferença entre os custos para gerar energia nos sistemas integrado e isolados, e a cobrança é rateada entre todos os consumidores do país.
A Reserva Global de Reversão (RGR), por sua vez, tem como finalidade financiar a expansão e a melhoria dos serviços de energia elétrica. O valor é calculado sobre os investimentos feitos por cada concessionária e administrado pela Eletrobrás.
Já a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que teve seu valor reduzido a 25% do atual, é usada para subsidiar as tarifas de energia dos consumidores de baixa renda e o programa Luz para Todos. O custo é rateado entre todos os consumidores atentidos pelo Sistema Interligado Nacional, e o valor das cotas é calculad pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Fonte: G1. Acessado em 12/09/2012
domingo, 9 de setembro de 2012
O Nordeste Brasileiro: contraponto inacabado da acumulação
"Em muitos casos, a raiva contra o subdesenvolvimento é profissional. Uns morrem de fome, outros vivem dela, com generosa abundância.”
(Nelson Rodrigues)
Com a criação da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) em 1959 com a implantação de um projeto de combate aos males que assola a população nordestina. Embora as mudanças ocorridas, sobretudo de natureza urbano-industrial, constata-se a pertinácia da pobreza e acintosas desigualdades sociais, submetendo vastos contingentes populacionais, conformando uma espécie de institucionalização da marginalização econômica e da alienação social.
Em 2002, segundo dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), deduziu-se que das pessoas de 10 anos e mais, com rendimentos, 48,24% recebem até um salário mínimo e se apropriam, tão somente, de 14,83 % da renda total auferida por aquele segmento populacional. Por outra lado, considerando-se os rendimentos superiores a 20 salários, que representam apenas 1,34% do total de pessoas, que se apropriam de 19,05% da renda total. O rendimento médio mensal deste último segmento é nada menos que 36,6 vezes maior que o do primeiro. Este quadro de disparidade de renda revela um índice de Gini da ordem de 0,582 e, ainda mais, admitindo-se uma linha de pobreza igual a um salário mínimo vigente no período de referência da pesquisa R$ 200,00, temos que 48,97% dessas pessoas têm renda abaixo da mesma, expressando um hiato de pobreza igual a 22,69% de acordo com o Banco Mundial (2004).
Pesquisa realizadas em 2004 mostram o perfil da população economicamente ativa (PEA), 42,42% recebem no máximo um salário mínimo, 25,5 % estão em situação de subemprego, 25,5% são pessoas não remuneradas. Os analfabetos funcionais, ou seja aqueles que não possuem instrução formal ou têm menos de um ano de estudos representam 24,95% da população. É possível que 10,0 milhões de pessoas constituintes da força de trabalho nordestina se encontram exercendo ocupações que apenas permitem a sobrevivência nos limites possíveis da resistência humana, numa situação inconcebível de marginalização social, tendo-se em conta a modernização ocorrida no Brasil e no Nordeste, em particular nos últimos cinquenta anos. (Ferreira, 2002)
A questão da seca e do excesso de mão de obra nordestina não é um problema de hoje é algo que vem sendo discutido há muito tempo, o próprio estado tem buscado soluções para acabar com esse entrave que assola a região. No entanto as alternativas tem se mostrado ineficientes e a cada ano que passa a triste realidade não muda, na TV os noticiários relatam episódios semelhantes (escassez de recursos hídricos, queimadas, fome, pragas na plantação, perca da colheita). A questão não é o desconhecimento do problema, talvez seja o descaso, culpa de uma ideologia fatalista propagada pelas elites beneficiadora da situação vigente, seja pelo poder da dominação de um povo através de relações clientelistas que mantém até os tempos atuais figuras típicas de um nordeste ainda colonial, como o conhecido coronel e seus currais.
O processo de industrialização iniciado no Brasil à partir de 1930, moldou um “novo” Brasil a crise de 29 contribuiu de certa forma a implantação de uma nova dinâmica que deixava de lado o histórico manufatureiro brasileiro e obrigava- o a dar espaço a uma nova fase que tem como centro o setor industrial. Essas transformações privilegiaram beneficiaram alguns regiões, e em maior escolas, aquelas que já possuíam estrutura para desenvolver a reprodução ampliada do capital, como foi o caso da região Sudeste. Por causa desse fator a região Nordeste pode sair à frente das demais, principalmente do Nordeste que estava mergulhado em um Estado de semi-estagnação econômica, política e social.
A industrialização tardia no nordeste se deu por conta da falta de estrutura física da região. A relação de exploração capital humano, a predominância da agricultura de subsistência, tornava cada ainda mais distante a ideia de industrialização. Segundo Ferreira, foi o não interesse imediato por modificações estruturais nas relações produtivas que implicassem melhorias nas condições de trabalho, e consequentemente, em aumentos de produtividade, em grande medida, se fundamentava na existência de grande disponibilidade de terras cultiváveis que possibilitava sistemática expansão da fronteira agrícola. Além da baixa tecnologia utilizada para o cultivo, o êxodo rural foi decisivo para as pressões salariais.
É nesse contexto que estar inserida os fundamentos da desigualdades sociais entre as regiões.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Dinheiro tornou-se um vício
“Dinheiro tornou-se um vício. Mas fazer dinheiro é simplesmente um meio e não um fim”, afirmou durante o Rio+Social o fundador do maior banco do microcrédito do mundo. Yunus fundou o Graeem Bank em 1983 e, com essa instituição, já concedeu créditos para mais de 8 milhões de bengaleses, em sua maioria, mulheres.
Segundo ele, os negócios focados 100% no lucro podem mudar e também ter uma parte das atividades voltadas para o social para darem também algum retorno para a sociedade.
"A questão-chave não é maximizar lucros com o banco ou não, mas investir no próprio banco e não nos donos dele", afirmou Muhammad Yunus.
O Nobel considerou a Rio+20 como uma oportunidade de inspiração para renovar promessas e, se possível, mudar o mundo.
O Rio+Social discute o uso da tecnologia, mídia digital e ações sociais para ajudar a desenvolver soluções sustentáveis para enfrentar os maiores problemas do planeta.
Yunus compara as redes sociais como um rio que corre em direção a uma cachoeira. “Quando mais fluxo, melhor”, disse.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Entre as velhas e as novas “caras” na política local: mudança ou permanência na próxima eleição?
é saudável à democracia uma alternância no poder (da administração ou da legislatura). As vezes tal afirmação vem carregada de um desejo de mudanças estruturais na política local, o que não garantirá melhorias. Grosso modo, existe uma interpretação de que um “nova cara” estaria ligada a uma nova forma de governar ou legislar e, “velhas caras” sendo entendidas como sinônimo de continuidade das antigas práticas. Certamente esta interpretação é ingênua. As “velhas” ou as “novas” caras não estão correlacionadas ao modelo de gestão e legislatura, não podendo ser associada à mudanças ou à permanências. “Novas caras” não garante que novas práticas serão postas em práticas, uma vez que, estas “novas caras” podem está inseridas em um grupo realizador de velhas práticas; assim como, “velhas caras” podem se abrir para novas práticas. Certamente este último é menos recorrente.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A origem da Moeda

Com a revolução agrícola e conseqüentemente a divisão social e especialização do trabalho, as trocas que antes eram feitas através da troca direta (escambo) que tinha como característica a dupla coincidência, passou por uma grande revolução, adotando bens econômicos como intermediário de troca, porém esses bens que serviam como intermediários de troca tenham que ter características que o promovesse a tal finalidade como: aceitação geral por parte da sociedade, conversibilidade entre outros. De inicio as mercadorias deveriam ter valor de uso, ou seja, deveriam ser útil. Sendo este comum e geral passavam a ter valor de troca, ambos acabavam por confundir-se. Assim o valor de uso servia como garantia para o valor de troca facilitando nas transações.
A maior parte das moedas-mercadorias não preenchiam as características essenciais da moeda. A utilização de metais possibilitou a cunhagem, por meio do qual se verifica seu peso e se garantia sua circulação além da possibilidade de cobranças de impostos (senhoriagem) pelo Estado. A progressiva substituição de metais não nobres pelo ouro e pela prata (em geral definidos como metais monetários por excelência) decorreu fundamentalmente dessas razões. Além de atenderem de forma mais satisfatória as funções principais da moeda, esses dois metais preciosos possuem características intrínsecas que se ajustam de modo mais perfeito, comparativamente a quaisquer outra mercadoria, ás características essenciais que a moeda deve preencher.
Com o aumento das atividades econômicas e conseqüentemente maior número de transações econômicas as moedas metálicas tornam-se inconvenientes devido as dificuldades de transporte de grandes valores e riscos de roubo. Ademais, as relações comerciais só poderiam se desenvolver se caso houvesse a criação de uma moeda mais flexível. E foi após o renascimento, os comerciantes, forçados por essas circunstâncias, passaram a recorrer as casas de custódia que poderiam guardar, sob garantia metais monetários e outros valores a difusão dessa forma de moeda pode-se dar por conta das relações comerciais entre as cidades italianas e região de Flandres por meio das chamadas Feiras de Champagne.
domingo, 15 de maio de 2011
Não escondo que Micro I e II foram terríveis, noites sem dormir, dedicação total e incompreensão imensa... Não quero culpar professores, mas não entendo de onde veio tanto pavor e notas baixas. A Micro III já me preocupava antes mesmo de começar o semestre, mais eis que tudo mudaaaaa, tô amando a disciplina, adorando... apaixonada!
domingo, 1 de maio de 2011
Para estudiosos, Política não deve ser vista como profissão

“Tem que mostrar serviço”. A exigência, tão comum na cobrança popular sobre a atuação dos representantes políticos escolhidos democraticamente, talvez não se encaixe no fundamento das atividades dos prefeitos, governadores, presidentes, parlamentares. E ser político não é profissão, não é classe trabalhadora e sua remuneração não se encaixa nos moldes capitalistas de geração de renda. Esta é uma visão de especialistas na área, que apontam que tal modelo tende a assegurar a participação plural e o caráter temporário da função.
O cientista político Josênio Parente observa que seria inadequada uma
comparação dos políticos com a classe trabalhadora, devendo a função dos políticos ser sempre representativa e não prestadora de serviços. A visão deturpada, inclusive, estaria ocupando cada vez mais espaço na interpretação e na prática política, o que, para ele, é hoje um debate primordial para a reforma política que toma forma no Congresso Nacional.
O sociólogo Valmir Lopes destaca que o político profissional foi sendo criado ao longo da história. “Tanto que, no passado, o mandato não era remunerado. O salário foi (implementado) somente no século XX”, aponta. A atribuição financeira aos políticos, afirma Lopes, trouxe junto a possibilidade de pessoas de menor poder aquisitivo também se candidatarem. “Antes disso, somente membros da elite poderiam ser membros do Parlamento”, explica.
No Ceará
No Ceará, a maioria dos políticos acumulam trabalho político-partidário com o trabalho profissional. O vereador que ocupa há mais tempo uma cadeira na Câmara Municipal de Fortaleza, Iraguassú Teixeira (PDT), por exemplo, acumula as funções de médico e parlamentar municipal desde 1988. Ele diz, por exemplo, que foi a própria atuação profissional que o encaminhou para a militância política. “Eu, como médico, já sou político. Sempre fui um crítico do sistema de saúde”, afirma o parlamentar.
Sessões plenárias, encontros com eleitores, eventos em comunidades, elaboração de matérias e mais as atividades do partido casam, muito bem, para ele, com os atendimentos médicos em seu consultório particular e em postos do sistema de saúde pública onde atua.
O pedetista nota que os projetos de lei, umas das principais produções dos parlamentares, surgiriam, justamente, de provocações por meio da circulação dos representantes políticos por outros espaços.
O quê
ENTENDA A NOTÍCIA
A atuação política pode até não ser formalmente considerada uma profissão. Entretanto, não faltam pessoas que fazem dela uma carreira, seja apenas para suprir interesses pessoais, seja para atender às demandas sociais.
PROFISSÕES NO CE
Bancada federal, Câmara Municipal e Assembleia Legislativa
Advogado: 12; médico: 24; professor: 8; engenheiro: 6; jornalista: 3; administrador: 3; agropecuarista: 1; auditor fiscal: 1; cientista político: 1; cirurgião dentista: 1; comerciante: 4; comerciário: 1; economista: 3, estudante, filósofo: 1; fisioterapeuta ocupacional: 1; industrial: 1; padre: 1; pedagogo: 2; psicólogo: 2; empresário: 12; educadora popular: 1; agropecuarista: 2; técnico em contabilidade: 2; servidor público: 2; pastor: 2; conselheiro tutelar: 1; técnico em agronomia: 1; contador: 1; universitário: 1; vendedor: 1; administrador: 3; engenheiro agrônomo: 2; delegado: 1; radialista: 4; fisioterapeuta: 1; geólogo: 1; enfermeira: 1
Fonte: Jornal o Povo
sábado, 23 de abril de 2011
Piscicultura gera emprego em Quixelô-CE

Os projetos foram implantados nas localidades de Ilha Grande, Boa Vista e Jequi, em águas da bacia do Açude Orós, beneficiando 44 famílias. O clima entre os antigos pescadores artesanais, que agora são produtores de tilápia em cativeiro, é de contentamento e disposição para o trabalho.
Diariamente, eles acompanham 340 gaiolas em produção. De acordo com dados da Secretaria de Agricultura do Município, desde outubro passado que mensalmente são produzidas 10 toneladas em cada projeto. Em média, cada unidade do pescado pesa 750 gramas. O peso é ideal e abre as portas do mercado consumidor na região e também em Fortaleza.
A renda média mensal das famílias beneficiadas com a atividade é de R$ 500,00. "Todos estão satisfeitos e os projetos já estão em expansão", anunciou a secretária de Agricultura do Município, Marta Rocha. "Até o fim deste ano vamos dobrar a produção e o número de pessoas atendidas no projeto". Outras comunidades a serem atendidas são Córrego e Vassouras.
Nesta semana, foram coletados 25 mil quilos de pescado. Houve festa e mobilização nas três comunidades. "É um projeto que está dando certo", comemorou a presidente da Associação dos Aquicultores de Quixelô, Gessilene Josino de Araújo. O aumento do consumo de pescado na Semana Santa contribuiu para a venda de todo o estoque de tilápia nas gaiolas.
O projeto de piscicultura foi financiado pelo Banco do Brasil, por meio do programa de Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS), com recursos oriundos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os produtores dispõem de dois anos de carência e cinco anos para liquidarem o financiamento. A parcela anual é de R$ 27 mil.
A ação faz parte do plano de desenvolvimento do Município, implantado na administração atual. "Temos projetos produtivos de piscicultura e frutíferas que estão caminhando com sucesso, gerando emprego e renda no campo", frisou o prefeito Gilson de Souza. "O nosso esforço é para ampliar a produção e retirar o atravessador da intermediação das vendas".
Uma equipe do Projeto São José, do Governo do Estado, visitou esta semana as três comunidades produtoras de tilápia em cativeiro. O Município apresentou a necessidade de ampliação dos projetos a partir da aquisição de uma fábrica de gelo, de unidade de beneficiamento, câmara frigorífica, de estocagem e de um veículo utilitário para o transporte e comercialização do pescado.
A ideia é agregar valor ao produto. Além da venda do pescado "in natura", serão produzidos filés, bolinhas, linguiças e outros derivados. "Com essas ações, a renda das famílias produtoras vai aumentar", prevê Marta Rocha. "A nossa expectativa é de crescimento". Os grupos também vendem o pescado para a merenda escolar por meio de programa de apoio à agricultura familiar.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
"A água é o princípio de todas as coisas." (Tales de Mileto).

E Talles não estava enganado... mas quanto a nós humanos de que forma utilizamos esse bem tão precioso? Se bem pararmos para pensar a água está em tudo ela é essencial para vida dos seres humanos. Mas não a usamos bem somos tomados pela ignorância e lavamos calçadas, exageramos nos banhos, não cuidamos de vazamentos, sem contar na poluição jogamos latinhas que demoraram anos para se decompor, plástico, vidro, etc. Até onde o homem é um ser racional? Precisaria então de um dia para conscientizar tal bicho? (o bicho homem).

