segunda-feira, 13 de maio de 2013
A Politica Ambiental
domingo, 16 de janeiro de 2011
O amigo Silvio Cesar de Almeida, Diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Quixelô, foi uma pessoa que contribuiu bastante para o projeto, e participou de vários momentos organizados pelo COMAQ. Em um dos momentos (o da foto acima que ocorreu no Núcleo de Educação de Jovens e Adultos - NEJA onde funciona uma extensão da Escola de Ensino Fundamental José Maia Filho) abordou o sub-tema: entender melhor com funciona o abastecimento de água e o esgotamento sanitário (esgoto) referiu-se ao sistema de abastecimento de água, explicando o que é um manancial, a captação, o tratamento, o reservatório e a rede de distribuição. As partes desse sistema foram ilustradas com fotos do abastecimento de água de Quixelô. Entendendo melhor o esgotamento sanitário (esgoto), gravuras foram apresentadas, distribuídas pela rede coletora, ramal coletor do esgoto, interceptor, estação de bombeamento, estação de tratamento de esgoto (ETE) e o lançamento do esgoto tratado no rio, mostrou imagens do sistema de Quixelô foi mostrada, especialmente a lagoa de estabilização e a estação elevatória da sede urbana do município.
domingo, 9 de janeiro de 2011
O COMAQ - EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE!
Que sou apaixonada pelo meio ambiente é um fato. Um pouco inquieta, sempre insatisfeita e com um espírito que clama por mudanças, envolvida por tais sentimentos e sabendo da importância da preservação do meio ambiente, me engajei no inicio de 2010 em um projeto com intuito de modificar o pensamento das pessoas quanto ao desperdício dos recursos naturais que são esgotáveis. Nascida em cidade com pouco mais de 16.000 habitantes, da qual a agricultura é a principalatividade econômica estando na Zona Rural a maioria da população sempre fiquei a “matutar” sozinha sobre as condições de vida dessas pessoas...
E em Janeiro de 2010, eu juntamente com Kátia, Palloma, Marceila e Mauricio movidos pelo mesmo objetivo criamos um conselho o COMAQ (Conselho de Multiplicadores Ambientais de Quixelô), com ajuda da secretaria Marta Rocha(Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente em exercício – 2010) desenvolvemos algumas atividades no município. Em abril de 2010, os componentes do Conselho aprovaram uma agenda para os momentos de discussão da seguinte temática: Conscientização Ambiental, ora prevista no Plano de Ação da COMAQ apresentado aos órgãos federal, estadual e municipal. O Primeiro momento foi na Escola de Ensino Fundamental João Vicente Alves no distrito de Antonico, com a apresentação dos subtemas: Água da Chuva (Drenagem); Lixo (Resíduo Sólido), na ocasião tivemos como facilitador o consultor de empresas Lourenço Adolfo Ferreira Soares, esse foi de fundamental importância para que esse projeto pudesse dar passos mais largos ainda, sua experiência, disponibilidade e amor ao meio ambiente fortalecia todos os conselheiros...
Nesse primeiro momento trabalhamos com crianças na faixa etária de 07 a 11 anos, com uma linguagem própria para o nível escolar desses.
Segue abaixo algumas fotos
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Os Residuos Sólidos
Resíduos Sólidos é um assunto que está envolvido com o aquecimento global e a força do homem sobre o meio em que vive.Segundo a lei n° 13.103 de 24 de janeiro de 2001, que dispõe sobre a política Estadual de Resíduos Sólidos conceitua resíduos sólidos coma a forma de matéria ou substância no estado sólido e semi-sólido que resulte de atividade industrial, domiciliar, hospitalar, comercial, agrícolas, de serviços, de varrição e de outras atividades humanas, capazes de causar poluição ou contaminação ambiental.
O gerenciamento dos resíduos sólidos no país tem se tornado um assunto polêmico quanto a sua destinação final, que na maioria das vezes tem causado problemas ambientais, sociais e de saúde pública. Sendo o homem capaz de modificar o ambiente, vem ao longo dos anos contribuindo para o agravamento desses problemas, através do uso de tecnologias que é resultado da revolução industrial, e que teve sua parcela nessa história, pois fez com que se fosse possível produzir mais em menos tempo e assim durante os últimos anos proporcionou um maior conforto ao homem, a partir daí pôde-se observar o aumento populacional associado ao consumismo desenfreado que consequentemente aumentou a quantidade de resíduos gerados e não utilizados, causando assim contaminação do meio ambiente e riscos a saúde humana.
A globalização proporcionou uma grande influência na quantidade e no tipo dos resíduos sólidos, principalmente porque impõe padrões de consumo que são difundido pelas grandes multinacionais e por algumas de suas estratégias de obtenção de lucro,fazendo assim com que as pessoas consumam mais, e consequentemente elas produzem uma maior quantidade de resíduos.
Quanto à sua localização, podem ser encontrados em centros urbanos e nas zonas rurais, observa-se aí o consumo do agricultor que ultimamente não tem produzido o necessário a sua subsistência, desfrutando assim de todas as facilidades que a globalização ofereceu nos últimos anos, esse consumo afeta a qualidade de vida dos seres humanos e o meio em que vive.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
O conceito de capital em economia ecológica
O conceito de capital em economia ecológica compreende capital natural, capital produzido pelo homem e capital cultural.
O capital natural inclui recursos não-renováveis (como petróleo e minérios) recursos renováveis (plantas, animais, água) e serviços ambientais (ciclo hidrológico, a assimilação de resíduos, a reciclagem de nutrientes, a polinização de cultivares; o capital produzido pelo homem é o capital gerado via atividade econômica, e o capital cultural refere-se a fatores que provêem as sociedades humanas dos meios e adaptações para que interajam e modifiquem o ambiente (Berkes & Folke, 1992). O capital cultural também recebe outras denominações de diferentes autores, tais como "capital adaptativo" (no sentido evolutivo), "capital social" (organização social) e "capital institucional" (suprimento de habilidades e estruturas organizacionais de uma sociedade) (Berkes & Folke, 1994).
O Modelo IPAT
O modelo IPAT, assim como outros modelos que' são conhecidos como "abordagens neo-malthusianas", são objetos de debate em ecologia humana.Numa escala global Hardin (1993) compara a "economia de cawboy" com a "ecologia da astronave": a primeira representa a exploração da terra disponível do passado e a segunda, a terra sem reservas ilimitadas (uma astronave). a ecologia da nave espacial, a maximização precisa ser substituída por minimização, no tocante à exploração de recursos.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Diversidade Cultural como base de uma cultura global comum de Sustentábilidade
Com a mudança do interesse da ciência, tivemos como resultado uma mudança na cultura. Fomos criados a partir de mecanismos que anulam qualquer sinal de afetividade, preservando-se o individualismo, ignorando qualquer conceito que derive do coletivo, estamos o tempo todo preocupados, apenas com coisa que nos diz respeito, esquecendo dessa forma o bem comum, a satisfação coletiva.Portanto se faz necessário uma base cultural comum de tolerância na sociedade global. Esta base abre então um espaço para ricas variações em expressões culturais de culturas e subculturas. Afinal vivemos em 2009, já estamos acostumados ao ouvir falar em diversidade em bem comum.
Dessa forma é necessário abraçarmos essa causa, buscando esse “tal” desenvolvimento sustentável que tanto ouvimos falar, a ética global é componente inseparável nessa tarefa. A ciência não é apenas mais um recurso, ela deve ser explorada devemos usar todos os recursos que disponíveis visando minimizar os efeitos que a exploração inadequada tem proporcionado para o meio ambiente e encontrar assim caminhos que nos leve ao real desenvolvimento, desenvolvimento este que não visa apenas o econômico.
Cultura e ciência se fazem necessário neste processo, pois são ferramentas que nos proporcionam conhecimento, capacidade de raciocinar, auto critica e abertura às idéias de outros.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
A ciência como uma base para a sustentabilidade e a sustentabilidade como princípio de ordenação para a ciência
O desenvolvimento sustentável surge a partir de questões que ainda não haviam sido levantas pelos teóricos do crescimento e do desenvolvimento como Adam Smith, Ricardo e Marshal. Segundo Barrabas (1999), desenvolvimento sustentável é aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades, levando-nos a questionar sobre os limites do crescimento.
E é nesse contexto que se é inserida a ciência que tem a função de expandir horizontes, uma ciência critica que nos leva a descobrir o nosso papel na sociedade, visando assim uma perspectiva à longo prazo de relações sustentáveis para o convívio em sociedade.
A ciência numa forma completa é necessária para o desenvolvimento global sustentável, baseando-se em idéias estimuladoras do processo de crescimento econômico, que busca oferecer uma melhor qualidade de vida para a população. Isso é essencial para evitar que os recursos naturais se tornem escassos para a humanidade no futuro ou que venham ocorrer entraves para o desenvolvimento da economia. A partir das idéias de Karl – Erik, podemos concluir que a ciência se desenvolverá e mudará no processo, já que o desenvolvimento é tão profundo que mudará a maneira de fazermos perguntas e organizarmos o conhecimento na ciência.