sexta-feira, 6 de setembro de 2013
DIFERENCIAÇÃO DE PRODUTOS
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
EMPRESA, INDÚSTRIA E MERCADOS
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Questões - Teoria do Desenvolvimento Agrícola
terça-feira, 25 de junho de 2013
A MILITARIZAÇÃO DA QUESTÃO AGRÁRIA NO BRASIL
terça-feira, 14 de maio de 2013
A EMPRESA TRANSNACIONAL
segunda-feira, 13 de maio de 2013
A Politica Ambiental
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Plano Bresser x Plano Verão – Uma análise critica do período
corrigia os salários de três em três meses.
Vale ressaltar que foi mantida uma política fiscal com taxa de juros positiva para incentivar a poupança. Como política de curto prazo o Plano Bresser teve êxito, inclusive conseguiu equilibrar a balança comercial, mas com o aperto nos preços, a indústria se sentiu desestimulada a produzir por conta do aumentos nos custos.O desequilíbrio de preços fez com que a inflação voltasse novamente, pois as pressões das classes trabalhadora e industrial que resultou em ganhos de reajustes para várias categorias começando pelos funcionários do governo e se espalhou para todas as classes.
E em dezembro de 1987, o plano não conseguiu controlar mais o déficit público, apesar de ser este seu objetivo principal.Impossibilitado de tocar a política monetária em virtude de interesses contrários do governo Sarney, não o permitindo manter a austeridade fiscal, Bresser pede demissão e assume o Ministro Maílson da Nóbrega que já inicia propondo uma política econômica sem medidas drásticas, tenta conviver com a inflação fazendo ajustes localizados, essa política foi denominada de "Feijão com Arroz", a qual deveria evitar a hiperinflação. Porém em 1988 a inflação chega a 933% e o governo lança mais um plano econômico.
E em 15 de janeiro de 1989, Plano Verão determina o corte de três zeros; criando o "Cruzado Novo" mais um congelamento de preços é extinta a correção monetária e o plano propõe a privatização de algumas estatais e cortes nos gastos públicos, onde os funcionários contratados nos últimos cinco anos seriam exonerados. Os cortes não aconteceram ficaram somente no papel. O governo não realizou nenhum ajuste fiscal, as discussões no congresso sobre o período do mandato de presidente impediram qualquer tentativa de medidas mais austeras
Material de Apoio
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A origem da Moeda

Com a revolução agrícola e conseqüentemente a divisão social e especialização do trabalho, as trocas que antes eram feitas através da troca direta (escambo) que tinha como característica a dupla coincidência, passou por uma grande revolução, adotando bens econômicos como intermediário de troca, porém esses bens que serviam como intermediários de troca tenham que ter características que o promovesse a tal finalidade como: aceitação geral por parte da sociedade, conversibilidade entre outros. De inicio as mercadorias deveriam ter valor de uso, ou seja, deveriam ser útil. Sendo este comum e geral passavam a ter valor de troca, ambos acabavam por confundir-se. Assim o valor de uso servia como garantia para o valor de troca facilitando nas transações.
A maior parte das moedas-mercadorias não preenchiam as características essenciais da moeda. A utilização de metais possibilitou a cunhagem, por meio do qual se verifica seu peso e se garantia sua circulação além da possibilidade de cobranças de impostos (senhoriagem) pelo Estado. A progressiva substituição de metais não nobres pelo ouro e pela prata (em geral definidos como metais monetários por excelência) decorreu fundamentalmente dessas razões. Além de atenderem de forma mais satisfatória as funções principais da moeda, esses dois metais preciosos possuem características intrínsecas que se ajustam de modo mais perfeito, comparativamente a quaisquer outra mercadoria, ás características essenciais que a moeda deve preencher.
Com o aumento das atividades econômicas e conseqüentemente maior número de transações econômicas as moedas metálicas tornam-se inconvenientes devido as dificuldades de transporte de grandes valores e riscos de roubo. Ademais, as relações comerciais só poderiam se desenvolver se caso houvesse a criação de uma moeda mais flexível. E foi após o renascimento, os comerciantes, forçados por essas circunstâncias, passaram a recorrer as casas de custódia que poderiam guardar, sob garantia metais monetários e outros valores a difusão dessa forma de moeda pode-se dar por conta das relações comerciais entre as cidades italianas e região de Flandres por meio das chamadas Feiras de Champagne.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Das Isenções Fiscais de ISS
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Operário Padrão
Ser um operário padrão é se manter alienado diante da realidade em que está inserido. As fabricas exigem que o proletariado mantenha o perfil de um operário padrão que cumpre cotas; um ritmo de trabalho enlouquecido; que não reclama; que não possui uma subjetividade, pois esta afeta suas relações intimas e interpessoais, além de que causa impregnação do tempo de trabalho ao tempo de trabalho livre do trabalhador.
Numa pesquisa mais recente, segundo consultores de RH, o funcionário ideal tem características que não se aprende nos livros. Ele deve ser criativo, dinâmico, líder. E também ter família estruturada, saber se comportar, se vestir... Tudo isso demonstra que os patrões preferem funcionários que se mantenham alienados diante do processo de produção, pois assim eles não causam nenhum constrangimento para o mesmo.
As relações entre o trabalho na visão marxista e o trabalho na visão capitalista
Para Marx e Engels, o trabalho é algo fundamental para a existência humana. A raiz de qualquer sociedade é a forma como sua produção de bens se organiza, incluindo as forças produtivas e as relações de produção. Na visão dialética de Marx, onde se contrastam os interesses do proletariado e dos empresários, as condições de forças de produção precisam deixar de aparecer como obstáculos ao desenvolvimento das forças produtivas. Ou seja, o proletariado não pode ser um empecilho para o desenvolvimento da força produtiva. Marx nunca teve uma visão exclusivamente determinista da relação dialética entre capital e trabalho. Dentro da própria lógica do processo de valorização do capital surgem às condições sociais de sua superação, pois acreditava ele que pela união dos trabalhadores seria possível romper os limites impostos pelo capital.
Engels sustenta que o trabalho "é a primeira condição básica para toda a existência humana, e isto numa tal extensão que, em determinado sentido, nós temos de dizer que o trabalho criou o próprio homem". Entretanto, com a crescente complexidade da sociedade, surgiu a propriedade privada, a separação das pessoas em classes, e uma divisão social do trabalho —tudo isto alterou profundamente o significado do trabalho. Diferenças no ambiente conduziram a diferenças no modo como as pessoas trabalhavam e nas coisas que produziam.
Para Marx e Engels a primeira e decisiva divisão está entre a cidade e o campo. Tal como expôs Marx:
Os fundamentos de toda a divisão do trabalho já bem desenvolvida, e que surge pela troca de artigos, estão na separação entre a cidade e o campo. Pode-se dizer que toda a história económica da sociedade é resumida no movimento desta antítese. (Capital, vol. 1 [Moscow: Progress Publishers], 333)
No marxismo, o homem aparece como ser vivo, essencial, que traz em si as potencialidades de auto-desenvolvimento. Desta maneira, o “materialista” Marx produz sua metodologia dialética o objeto e o sujeito. Marx não concordava em o proletariado trabalhar apenas para sobreviver, trabalhar a fim de conseguir a mais-valia para os empresários. Ele deveria ter uma jornada de trabalho de acordo com o seu custo, ou ter participação ativa nessa mais-valia. Pois se todo o valor é gerado pelo trabalho, logo os trabalhadores era quem geravam toda riqueza, sendo que os patrões ficavam com toda essa riqueza, o que para ele era usurpar a classe trabalhadora.
Já para Adam Smith, o grande teórico da economia capitalista, o trabalho é uma atividade que exige ao trabalhador que desista "da sua tranqüilidade, liberdade e felicidade". O salário, de acordo com Smith, é a recompensa que o trabalhador recebe pelo seu sacrifício.
O desenvolvimento das forças produtivas se torna o fator decisivo e fundamental no processo de produção capitalista. Isto porque é por meio do desenvolvimento das forças produtivas, cujo efeito prático é o aumento da produtividade, que os capitalistas logram a diminuição do valor de suas respectivas mercadorias, o que lhes propicia sua sobrevivência no mercado competitivo e, ao mesmo tempo, a redução do valor da força de trabalho. Todo esse processo resulta na produção da mais-valia relativa, com a condição de que o incremento da produtividade tenha atingido as cadeias de fabricação dos meios de subsistência necessários para produzir a vida do trabalhador. Aumento de produtividade significa, entretanto, a produção de uma quantidade cada vez maior de valores de uso com uma grandeza relativamente menor de valor. Dessa forma, a solução para os capitais privados é um problema para o capital, uma vez que o mecanismo que propicia a sobrevivência dos capitais privados no mercado cria, contraditoriamente, as condições de produção da morte do capital. Capitais privados e capital estabelecem, portanto, uma relação de contradição, de tal sorte que a continuidade da existência deste último implica a destruição, pelo menos parcial, de capitais privados, e vice-versa. Portanto, se o trabalho, numa forma social genérica, é “um processo entre o homem e a Natureza, um processo em que o homem, por sua própria ação, media, regula e controla seu metabolismo com a Natureza” (Marx, 1983:149), ou seja, é o elemento determinante na constituição da própria natureza humana, no capitalismo a construção do gênero humano, por intermédio do trabalho, se dá pela sua destruição, sua emancipação se efetiva pela sua degradação, sua liberdade ocorre pela sua escravidão, a produção de sua vida se realiza pela produção de sua morte.
Vê-se logo a antítese presente nas duas formas propostas de trabalho, onde uma o trabalhador é um produto, uma máquina, ou algo material que significa gastos, e na outra que o trabalhador é um ser vivo que através da sua produção obterá de forma igualitária o bem estar.
domingo, 26 de julho de 2009
Utilitarismo Puro X Utilitarismo Eclético: Os Escritos de Bastiat e Mill
Doutrinas tentaram mostrar como os interesses dos pobres, eram idênticos ao dos proprietários, dos ricos e dos poderosos. Thompson e Hodgshkin adotaram a perspectiva da teoria do trabalho. Acreditavam que, enquanto os produtores imediatos de riqueza – os trabalhadores- não tivessem controle algum sobre os meios de produção, o conflito de classes seria inerente ao capitalismo.Observa-se a influência radical ou socialista da perspectiva da teoria do Trabalho da Economia Política clássica difundiu-se rapidamente de 1820 a 1850, os socialistas começaram a exercer considerável influência sobre os crescentes movimentos da classe operária neste mesmo período.
No livro Principles of Political Economy, de John Stuart Mill, tentar manter as perspectivas da utilidade e do trabalho no mesmo corpo das doutrinas econômicos, já Economic Harmonies, de Frédéric Bastiat representava o produto final, em quase todos os aspectos essenciais, do utilitarismo econômico puro e levado às suas lógicas.
Os socialistas tiveram suas idéias como base para a Economia Política clássica inglessa.Através dos escritos de Thompson e Hodgskin, essas doutrinas econômicas penetraram no movimento de Ownem, na Inglaterra, mas foi na França que as ideias socialistas se difundiram com maior rapidez.
Pode-se –ia dizer que o socialismo se originou igualmente de ideias inglessas e francessas, muito embora as doutrinas econômicas tenham se originado quase todas na Inglaterra. Em 1830 na França surge as corporativas sociais, através de Charles Fourier , que pregava que em uma economia capitalista, só cerca de um terço do povo realmente realizava trabalho socialmente útil, sendo que os outros dois terços ou eram dirigidos para ocupações inúteis, pela corrupção e pela distorção causadas pelo sistema de mercado ou eram parasitas inúteis.
Em 1840, o socialista francês Pierre Joseph Proudhon (1809 -1865), populariza o termo “A propriedade é um roubo”, achando ele que a propriedade era a “mãe da tirania”. Com os direitos de propriedade eram, simplesmente, conjuntos de privilégios especiais para poucos e de restrições e proibições gerias para as massas. Para Proudhoin a sociedade ideal rejeitava não só as relações de propriedade capitalista como também a industrialização, ele acreditava em uma época áurea da agricultura em pequena escala e de produção artesanal, na qual cada agricultor e cada operário possuiriam seu próprio capital e ninguém viveria apenas da propriedade.
O utilitarismo em Bastiat
A influência do socialismo francês estava se difundido , expandindo-se rapidamente e foi através desse conceito que Frédéric Bastgiat ( 1801-1850), procurou mostrar o lado positivo da propriedade privada, do capital, do lucro e da distribuição da riqueza existente- em geral o capitalismo concorrencial e laissez-faire. A utilidade sempre prevalece. Bastiat baseou-se nos pensamentos de Condillac que afirma que o fato de uma troca ser feita é o lucro,ou seja, toda troca irá representar dois ganhos para a humanidade. Sendo o utilitarismo unânime, a troca voluntária é um dos poucos aspectos da vida social no qual existe essa unanimidade entre as pessoas que interagem socialmente. Tanto a exigência de unanimidade quanto seu cumprimento no ato da troca são de grande importância para a moderna economia neoclássica, onde todas as interações econômicas, políticas e sócias dos seres humanos se reduzem a atos de troca
Utilidade e Troca
Se tudo que venha satisfazer as nossas necessidades classificassemos como “utilidade”, existiram assim dois tipos de utilidade:
Um deles nos é oferecido pela providência, sem qualquer custo para nós; o outro tipo insiste, por assim dizer, sem ser comprado com esforço. Assim o principio universal da ação humana era este: “Nosso interesse próprio é tal que, constantemente, procuramos aumentar toda a nossa satisfação em relação ao nosso esforço” ( Hunt, cap. 8, pg. 171).
Bastiat argumentou ainda sobre o paradoxo da água e do diamante de Smith. Já que a natureza nos dava alguma utilidade, como a oferecidad gratuitamente pela água, sendo que quase toda a utilidade dos diamantes nos era oferecida através de muita dor utilidade esta chamada de onerosa. Os objetos que ofereciam utilidade onerosa eram os que exigiam esforço humano para serem produzidos. Esse esforço humano produtivo era por ele chamado de serviço. Um homem isolado executaria todos os serviços produtivos para si próprio, mas sua existência seria precária e seu bem-estar material seria reduzido. Os homens viviam em sociedade porque podiam, com isso, dividir o trabalho, especializar-se, aumentar a produção e trocar os frutos da maior produção. Assim, em sociedade, os homens executavam serviços, ou esforço produtivo, para os outros. A troca era, em realidade, uma troca de serviços que aumentava, inevitavelmente, a utilidade dos homens em relação ao que eles podiam conseguir, se prestassem serviços produtivos apenas a si próprios. Logo, em uma sociedade de troca, o serviço era definido por Bastiat como um “esforço de um homem, ao passo que a necessidade e a satisfação eram de outro”.
Portanto, esse esforço produtivo, significa dores suportadas pelas pessoas para que houvesse produção.
Bastiat e a Defesa da Propriedade Privada,Capital,Lucros e Renda da Terra
Bastiat defendia a propriedade privada da terra, na qual os proprietários de terras não recebiam renda alguma, simplesmente em virtude das qualidades naturais, não aproveitadas e virginais de terra. Toda renda era devida às melhorias feitas pelo homem no solo. A terra seria então, capital que não podia ser movimentada da mesma maneira que os instrumentos e as máquinas. A dor e o esforço dos proprietários de terras acabavam sendo parecidos com a dor e o esforço dos capitalistas: eles sofriam por terem de entregar suas terras para serem trabalhadas por outros, para receber renda, em vez de deixá-los ociosos.
